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22 de outubro de 2020


5 principais motivos pelos quais as empresas quebram

Administrar um empreendimento é uma tarefa complicada e multidisciplinar. Com tantos aspectos para gerenciar, o grande medo dos empreendedores é precisar fechar as portas. De acordo com dados levantados pelo IBGE em 2015, mais de 22% das empresas não sobrevivem ao primeiro ano de operação, enquanto mais de 52% vão à falência antes dos 5 anos de funcionamento. É expressiva a quantidade de novos negócios brasileiros que quebram antes de adquirir maturidade de mercado, deixando dívidas e frustrações aos gestores que, por diferentes razões, precisaram abandonar seus sonhos.

A empresa é um organismo onde o desempenho de cada setor influencia na saúde do negócio como um todo – ou seja, são inúmeros os caminhos que podem levar à falência. Empreendedores experientes, iniciantes e até os que ainda planejam ter o próprio negócio devem ficar atentos aos erros já cometidos por outras empresas para afastar seus próprios projetos de um desfecho negativo. Confira a seguir os 5 principais motivos que levam empresas à falência no Brasil:

PROBLEMAS NA GESTÃO FINANCEIRA

Grande parte das empresas que optam por fechar as portas encontram-se gastando mais para manter a operação do que arrecadando com o produto ou serviço oferecido – ou seja, enfrentam problemas de saúde financeira. Desafios de tal proporção são frutos de uma gestão financeira ineficiente e desorganizada. Confusão entre as finanças pessoais e empresariais, descompromisso com registro e análise das receitas e despesas (fluxo de caixa), falta de controle sobre o capital de giro, captação de empréstimos sem planejamento… Todos estes fatores são de responsabilidade do gestor e, quando negligenciados, levam empresas de todos os tamanhos a cenários perigosos.

DESCONHECIMENTO DE MERCADO

O sucesso mora na aceitação do público. Mais importante do que uma grande ideia ou o uso de uma ótima tecnologia é a perspicácia de entregar ao público aquilo que ele busca. Excelentes ideias passam por constantes reformulações até que sejam realmente úteis ao público-alvo, este “jogo de cintura” faz parte de um dos principais atributos das grandes companhias: o uso estratégico de um profundo conhecimento de mercado. O aprofundamento vem do intenso trabalho de pesquisa sobre os pontos fortes e fracos da concorrência, a faixa etária, valores e hábitos de consumo do público-alvo e tantos outros aspectos que devem ser analisados e planejados antes mesmo da empresa sair do papel – caso contrário, tempo e dinheiro podem ser investidos em vão.

FALTA (OU ABANDONO) DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

A estratégia move cada passo de uma empresa, da concepção à expansão. O planejamento estratégico serve para embasar os próximos passos de acordo com dados do mercado e com resultados da própria empresa, definindo metas realistas rumo ao objetivo traçado pelos gestores. Como dito anteriormente, muito da pesquisa que compõe o planejamento estratégico (concorrência, público-alvo, custos, etc.) deve ser feita ainda antes da inauguração, para que as operações já iniciem com um direcionamento definido. O que acontece em muitos casos é que, durante o funcionamento, as demandas operacionais sobrecarregam o gestor e o planejamento acaba ficando em segundo plano. Quando um estabelecimento sobrevive sem saber para onde está indo, as decisões são tomadas sem estratégia mercadológica e, cedo ou tarde, desencadeiam graves problemas.

NEGLIGÊNCIA COM A EQUIPE

Existem empreendedores que confiam na genialidade da sua ideia e são convictos de que, sozinhos, possuem tudo o que a empresa precisa. Muitos começam sozinhos, mas é preciso ser humilde e reconhecer que a conexão com especialistas de diferentes áreas fortalece a evolução do projeto. Sócios, contadores, equipes de tecnologia, marketing, atendimento e tantos outros são essenciais para agregar conhecimentos e experiências que não competem ao gestor, mas enriquecem o trabalho da empresa. O empreendedor consciente não apenas compreende o valor de uma equipe qualificada, mas também se compromete com a capacitação de seus colaboradores para atingir o sucesso.

PRECIFICAÇÃO INADEQUADA

Quando a empresa oferece um bom produto/serviço, apresenta uma razoável aceitação do público mas ainda assim não cresce em lucros, é provável que o problema esteja na precificação. Preços altos afastam clientes, preços muito baixos desvalorizam o produto – encontrar a medida justa e lucrativa é um dos desafios na manutenção da saúde financeira do negócio. Questões de precificação inadequada costumam ser identificadas quando o custo para manter a empresa é desproporcionalmente maior que a receita gerada em vendas. Este é um grave problema que, se diagnosticado tardiamente, pode obrigar o gestor a fechar as portas (e herdar algumas dívidas). 

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